Eu adoro alemão. Eu já devo ter contado inúmeras vezes que escolhi o bacharelado em Alemão depois de uma aula de Introdução aos Estudos Literários na qual o professor Jorge (ah, o Jorge…) explicava o movimento Sturm und Drang e seus idealizadores, Goethe e Schiller. Naquele momento eu mandei o Baudelaire e o Flaubert pra puta que pariu – eu tinha entrado na faculdade pra fazer bacharelado em Francês – e decidi que ia estudar alemão.
Publicar um livro. Esse era o terceiro item. O primeiro era ter um filho, o segundo era plantar uma árvore. Ou não, vai saber se a ordem tá certa. Mas vejamos, publicar um livro.
Enquanto eu espero meu notebook terminar de formatar vamos a um post inspirado pelo André. Torturá-los-ei com a morfologia alemã.
O Twitter foi tomado por joguinhos de palavras, números, mapas, e há outros que fazem você chutar números primos, palavras que estão no Senhor dos Anéis ou bichinhos da mais atualizada versão da pokedex. Mas enquanto nossas timelines são tomadas por quadrados coloridos (para o desespero dos daltônicos e dos leitores de tela), uma simpática senhora tomou por hábito mandar os resultados diários pra uma de suas filhas, e isso acabou por salvá-la de uma situação horrorosa.
Cês lembram das aulas de geografia da tia Cotinha na escola?
