If I upset you
I didn’t mean to hurt you
I didn’t mean to make you cry
I don’t need an alibi
To start me talking out of turn
Por que essa música tá na minha cabeça? Não faço a mais puta ideia, mas é assim que funciona.
Essa é só uma das inúmeras músicas que ficam voltando pra minha cabeça constantemente, e eu nunca sei por qual motivo meu cérebro vira uma jukebox de trechos de música (aparentemente) não conectados entre si. Essa, em específico, é muito bonita. Talking out of turn, do Moody Blues:
E é uma coisa maluca também, porque a gente conhece o conceito de música-chiclete, que é aquela que não sai da sua cabeça de jeito nenhum depois que entra (tipo o tecladinho de The final countdown e não, não vou pedir desculpa hahaha), mas às vezes tou eu aqui tentando fazer as vozes da minha cabeça ficarem quietas e o jeito que elas escolhem pra calar a boca é aumentando o volume dos neurônios.
But I love you,
Yes, I love you!
Essa é de Nights in white satin, que por acaso também é do Moody Blues. O engraçado dessa música é que sempre vem primeiro o verso em que ele canta o nome da música, aí pula uns segundos e aí vem esses dois outros versos aí de cima.
Eu sou da safra de 1985, então eu me lembro de um monte de música do começo da década de 1990. Vira e mexe algumas saltam na minha cabeça desse jeitinho aí, e de Moody Blues a gente vai pra Deborah Blanco. E são sempre trechos, nunca o verso completo (a não ser que seja o refrão, aparentemente).
The sky hides what I wanna see
Stars are like eyes, they’re watching the dark[…]
This life can be such a lonely place
I hear the laughter as I fall from grace
I fall from grace […]
Who’s gonna fight for innocence
When we’re always denying the proof?
Who’s gonna fight for justice
When we wash our hands of the truth?
Innocence é o nome dessa. Também é bem bonita.
E aí por causa de uma sugestão do André mesclada com a maluquice que é meu cérebro munido de um Jupiter-8 ou um Korg monologue a gente tem, de novo, dois versos e um refrão.
There once was a ship that put to sea
The name of the ship was the Billy o’ Tea[…]
Soon may the Wellerman come
To bring us sugar and tea and rum
One day, when the tonguin’ is done
We’ll take our leave and go
Não, eu também não sei o que acontece com o meu cérebro. Essa é Wellerman, uma canção de marinheiro.
Não tem nada a ver com a sugestão que o André deu, mas paciência. Das Gehirn will, was es will.



