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Eufemérides

Tecnologia burra, tapada

O famoso aplicativo de pedidos iFood lançou o iFood Benefícios, e a Firma™ adotou o benefício, substituindo o Ticket Refeição. A principal vantagem do iFood Benefícios é poder elencar os valores, ou seja, trocar do refeição pro alimentação e vice-versa. Ou seja, é possível fazer despesa no aplicativo e cinco minutos depois pedir uma pizza. Outra vantagem é vincular os dois aplicativos, assim não é preciso cadastrar o cartão físico no aplicativo do iFood.

Num mundo ideal você cadastra uma vez e pronto. No mundo real você vai pra parte de pagamento e toma um susto, fica com raiva e acaba numa situação cômica.

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“Seja você a mudança”. Otay…

Eu acho essas frases de autoajuda um saco. Aliás, autoajuda já era chato nos primórdios das traduções da Louise L. Hay e congêneres que chegaram aqui no Brazza aos borbotões. Tive contato com tais obras na adolescência, com essas da Hay e com a coleção Amplitude do Luiz Gasparetto (sim, filho da Zíbia), que eram uns livrinhos chatos porém interessantes pra uma garota de 16 anos que não tinha amigos ou recíprocas amorosas. Nessa época coach era só a palavra no inglês para “técnico”.

Bem, se autoajuda é um saco, por que eu resolvi dar esse nome pro post? Porque eu estava procurando blog pra ler e, de uns vinte links que eu abri, achei um que é mais ou menos interessante, e mesmo assim tá entupido de imagem. Daí lembrei (de novo) do texto do André sobre blogs e meus neurônios analíticos fizeram os neurônios escritores sentarem e enquanto eu digito tá rolando uma sessão de terapia dentro do meu Palácio Mental.

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Duas idiossincrasias da sintaxe alemã

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Eu adoro alemão. Eu já devo ter contado inúmeras vezes que escolhi o bacharelado em Alemão depois de uma aula de Introdução aos Estudos Literários na qual o professor Jorge (ah, o Jorge…) explicava o movimento Sturm und Drang e seus idealizadores, Goethe e Schiller. Naquele momento eu mandei o Baudelaire e o Flaubert pra puta que pariu – eu tinha entrado na faculdade pra fazer bacharelado em Francês – e decidi que ia estudar alemão.

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ME AJUDA, HIPERFOCO!

https://unsplash.com/photos/vZvNSeXzmwY

Em maio de 2013 esta que vos escreve foi diagnosticada com transtorno de personalidade borderline por um psiquiatra do Hospital Universitário da USP depois de um surto depressivo feio, muito feio, mais feio do que briga de foice no escuro.

O transtorno de personalidade borderline é caracterizado por um padrão generalizado de instabilidade e hipersensibilidade nos relacionamentos interpessoais, instabilidade na autoimagem, flutuações extremas de humor e impulsividade. O diagnóstico é por critérios clínicos. O tratamento é com psicoterapia e fármacos.

https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/transtornos-psiqui%C3%A1tricos/transtornos-de-personalidade/transtorno-de-personalidade-borderline-tpb

Quase nove anos depois, a maioria das características citadas acima está sob controle graças ao tratamento com psicoterapia e fármacos. A modalidade terapêutica que eu sigo é a DBT, sigla em inglês para Terapia Comportamental Dialética, criada pela dra. Marsha Linehan e usada extensivamente para ensinar o paciente a lidar com o transtorno – lidar aqui é a palavra-chave, já que transtornos de personalidade não têm cura.

Os remédios eu pego no SUS mesmo.

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Eu quase odeio a internet

Sábados por aqui tendem a ser modorrentos. Não dá pra ficar saindo de casa, mesmo que não existisse mais pandemia de coronavírus, porque a grana anda curta e todos os supérfluos foram cortados – até o telefone fixo rodou dessa vez -, o que significa que bater saltinho no shopping é caro, além de, claro, pedir para ser contaminado pela letra grega mais famosa dos últimos tempos.

Internet, por incrível que pareça, virou item essencial por causa do trabalho. Meu contrato de trabalho foi alterado de presencial pra teletrabalho no final do ano passado, portanto, a banda larga (fibra ótica é coisa de bairro que não tem regime diferenciado de entrega dos Correios) escapou do passaralho.

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